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sábado, 13 de setembro de 2014

Artista que Interpreta o Papel de "Felicidade"



Antes de mais nada, torne alegre a sua mente. 
Apague dela todas as trevas, desenhe nela somente a alegria e mantenha-a sempre jovial. Aja na vida como se fosse um artista de teatro que interpreta o papel de "alegria". 
Trate todas as pessoas com expressão alegre e otimista. 
Não viva lamentando seus sofrimentos. 
Não procure compaixão dos outros. 
Não critique friamente seus semelhantes.
Comece praticando boas ações que estão ao seu alcance, execute algum serviço que esteja de acordo com os princípios do amor. 
Se você vive procurando a compaixão dos outros, o seu subconsciente atrairá a doença, a tragédia ou a infelicidade, para torná-lo realmente merecedor da compaixão alheia. Criticando friamente os outros, você também será criticado. 
Você será uma pessoa verdadeiramente feliz, se no "palco da vida" conseguir interpretar perfeitamente o papel de "felicidade" na peça intitulada "Felicidade". 
A alegria e o otimismo são essenciais a todas as pessoas. 
E é particularmente importante que as mulheres se tornem realmente alegres e otimistas, pois assim elas conseguirão iluminar todos os cantos do lar. 
Até mesmo o marido que estava revoltado volta a se dedicar ao lar, atraído pelos
encantos da esposa, quando esta passa a viver com expressão alegre e feliz.


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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

7 Jeitos Simples de Dizer Não


Você tem dificuldade em dizer “não”? Você está sempre tentando ser gentil com os outros em detrimento de si mesmo?
Bem, você não está sozinho. No passado, eu não era bom em dizer “não”, porque eu não queria ferir os sentimentos das outras pessoas.
Por exemplo, sempre recebo pedidos de ajuda e gostaria de atendê-los mesmo que eu tenha um outro trabalho importante a fazer.
Às vezes, os pedidos podem se arrastar por 2-3 horas, ou mesmo, além disso. No final do dia, gostaria de afastar o sono para recuperar o atraso no meu trabalho. Este problema de não saber dizer “não” também se estende aos clientes, parceiros de negócios e até mesmo as pessoas de vendas.
Depois de um tempo, percebi que todos estes momentos de não dizer “não” (quando deveria) não estavam me ajudando. Eu estava gastando muito tempo e energia para as outras pessoas e nem tanto tempo para mim e isso era frustrante. Lentamente percebi que se eu queria mais tempo pessoal, eu precisava aprender a dizer “não”.
Por que achamos difícil dizer “Não”?
Para aprender a dizer “Não”, temos que primeiro entender o porquê de estarmos sempre resistindo a fazê-lo.
Abaixo estão as razões mais comuns porque as pessoas acham difícil dizer não:
1. Você quer ajudar. Você é uma alma caridosa de coração. Você não quer afastar a pessoa para longe e você quer ajudar, sempre que possível, mesmo se isso puder consumir o seu tempo.
2. Medo de ser rude. Fui criado sob a noção de que dizendo “Não” às pessoas é ser rude.
3. Querer ser agradável. Você não quer se indispor-se com o seu grupo, porque você não está de acordo. Então você confirma o pedidos dos outros.
4. O medo do conflito. Você está com medo, a pessoa pode ficar com raiva se você rejeitá-la. Isso pode levar a um confronto feio. Mesmo se não houver, poderá ser criada a dissidência que poderia levar a conseqüências negativas no futuro.
5. Medo de perder oportunidades. Talvez você esteja preocupado dizendo que o “Não” significa fechar as portas. Por exemplo, uma funcionária de meu cliente foi requisitada a se transferir para outro departamento da sua empresa. Desde que ela gostava de sua equipe, ela não queria se transferir. No entanto, ela não quis dizer “Não”, pois sentiu que isso afetaria as oportunidades de promoção no futuro.
6. “Não” é cortar relações. Algumas pessoas encaram o “Não” como um sinal de rejeição. Isso poderia levar a ter as relações cortadas.
Se você concordou com a cabeça com qualquer um dos motivos acima, eu estou com você. No entanto, na minha experiência em lidar com as pessoas no trabalho e na vida, percebi que estas razões são mais do que qualquer mal-entendidos.
Dizer “não” não significa que você está sendo rude, nem significa que você está sendo desagradável. Dizer “não” não significa que não haverá conflito ou que você vai perder oportunidades no futuro. E dizer não, definitivamente não significa que você está cortando relações. Estas são todas falsas crenças em nossa mente.
No final do dia, é sobre como você diz “não”, ao invés de dizer “não”, que afeta o resultado. Afinal, você tem suas próprias prioridades e necessidades, assim como todos têm suas próprias necessidades. Dizer não é sobre respeitar e valorizar o seu tempo e espaço. Dizer não é sua prerrogativa.

7 maneiras simples de dizer “Não”
Ao invés de evitar completamente, é tudo sobre aprender a maneira certa de dizer não. Depois que eu comecei a dizer não para os outros, percebi que realmente não é tão ruim como eu pensava. As outras pessoas foram muito compreensivas e não colocaram qualquer resistência. Realmente, o medo de dizer Não está apenas em nossa mente.
Se você não tem certeza de como fazê-lo, aqui estão 7 maneiras simples para você dizer não. Use o método que melhor atenda às suas necessidades na situação.
1. “Eu não posso comprometer-se com isto agora pois eu tenho outras prioridades no momento.”
Se você está ocupado demais para exercer o pedido/oferta, esta será aplicável. Isso permite que a pessoa saiba que seu prato está cheio no momento, então ele deve segurar o presente, bem como os pedidos futuros. Isto se torna mais fácil e você também pode compartilhar o que você está trabalhando para que a pessoa possa entender melhor. Eu uso isso quando eu tenho muitos compromissos para atender.
2. “Agora não é um bom tempo pois eu estou no meio de alguma coisa. Que tal se comunicar no momento X?”
É comum receber pedidos de repente para ajudar quando você estiver no meio de alguma coisa. Às vezes recebo telefonemas de amigos ou colegas, quando estou em uma reunião ou fazendo um trabalho importante. Este método é uma ótima maneira de (temporariamente) afastar o pedido. Primeiro, você deixa a pessoa saber que não é um bom momento pois você está fazendo algo. Em segundo lugar, mostra o seu desejo de ajudar, sugerindo um outro tempo (à sua conveniência). Desta forma, a pessoa não se sente deslocada.
3. “Eu adoraria fazer isso, mas …”
Costumo usar esta porque é uma maneira delicada de recusar o pedido. É encorajador, uma vez que permite a pessoa saber que você gostou da idéia (claro, só diga isto, se você gosta dela) e não há nada de errado nisso. Costumo receber propostas de colaboração de amigos e parceiros de negócios que eu não posso participar e vou usar esse método para gentilmente dizer não. Suas idéias são absolutamente legais, mas eu não posso participar devido a outros motivos, tais como outras prioridades (# 1) ou necessidades diferentes (# 5).
4. “Deixe-me pensar no assunto e eu lhe retornarei”.
Este é mais como um “talvez” do que uma forma direta de dizer “Não”. Se você está interessado, mas não quer dizer ‘sim’ ainda, pode utilizá-la. Há momentos em que novas considerações precisam de um tempo e quero estar certo da decisão antes de me comprometer. Se a pessoa é sincera sobre o pedido, ele ficará mais do que feliz em esperar um pouco. Especifique uma data/intervalo de tempo (digamos, em 1-2 semanas) onde a pessoa pode esperar uma resposta. Se você não está interessado em ajudar a pessoa, não leve isso adiante. Usar métodos # 5, # 6 e # 7, que são definitivos.
5. “Isso não satisfaz minhas necessidades agora, mas eu vou ter a certeza de mantê-lo na mente.”
Se alguém está lançando um negócio/oportunidade que não é o que você está procurando, deixe que ele/ela saiba que não atende às suas necessidades. Caso contrário, a discussão pode se arrastar por mais tempo do que deveria. Isto ajuda a pessoa saber que não há nada de errado sobre o que ele/ela está oferecendo, mas que você está procurando algo mais. Ao mesmo tempo, dizendo que vai mantê-la em mente, sinaliza que você está aberto para futuras oportunidades.
6. “Eu não sou a melhor pessoa para ajudar a este respeito. Por que não tenta X?”
Se você está sendo solicitado para ajudar em algo que você (i) não pode contribuir muito para e (ii) não têm recursos para ajudar, deixe-os sabendo que eles estão olhando para a pessoa errada. Se possível, encaminhe-os a alguém que você conhece, alguém que conhece alguém, ou mesmo um departamento. Eu sempre faço questão de oferecer uma alternativa de contato para que a pessoa não acabe num beco sem saída. Desta forma, você ajuda a orientar a pessoa para o lugar certo.
7. “Não, eu não posso.”
A maneira mais simples e direta de dizer não.
Nós construímos muitas barreiras em nossa mente para dizer não. Como partilhei no início deste artigo, essas barreiras são auto-criadas e elas não são a verdade. Não pense tanto ao dizer não e diga sem rodeios. Você ficará surpreso quando a recepção não é tão ruim quanto a que você imaginou que fosse. Aprenda a dizer não aos pedidos que não atendam às suas necessidades, e uma vez feito você vai saber como é realmente fácil.
Você terá mais tempo para si mesmo, o seu trabalho e as coisas que são mais importantes para você. Eu sei e estou feliz por começar a fazer isso.


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domingo, 2 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Educação Infantil: História e Cultura da Palmada



As palmadas ou a "pedagogia do tapa" surgem no Brasil, trazidas pelos Jesuítas no século XVI (nos anos 1500), como expressão de amor, segundo a historiadora Mary Del Priore, no livro História das Crianças no Brasil.

É fácil de entender por que a relação de pais e filhos era espelhada na ligação com o Divino que, segundo a Igreja Católica da época, era uma relação de castigos e punições aos que andavam em erro.


Estávamos vivendo a época dramática da Inquisição. Assim, o início da pedagogia brasileira tem suas raízes nas lições judaico-cristãs, trazidas pelos Jesuítas ao país.
Já no século XVIII, Portugal, através do Marquês de Pombal, insere as palmatórias, como recurso disciplinador, e estas passam a ser usadas em escolas do Brasil.
Outra prática dessa época é o ajoelhar no milho. A idéia central era submeter, oprimir, humilhar, para obter obediência total ao adulto, à lei vigente, à Igreja. Achava-se que a criança precisava de pulso, de palmadas, de castigos físicos, para "virar gente".
É bom frisar que a infância só passa a ser mais valorizada no século XIX. Sendo que os estudos mais aprofundados sobre o desenvolvimento infantil nascem com o aparecimento da psicologia, da pediatria e da neurologia.

A "pedagogia do tapa" correu os séculos, aqui em nosso país e virou um paradigma social: para educar um filho era autorizado e bem visto lançar mão do "psicotapa", das humilhações públicas, ameaças de abandono ou punição física. Ainda hoje vemos essa forma de educação moldada nestes preceitos da Inquisição dentro dos lares brasileiros.
E o que leva os pais do século XXI, que respiram a era da tecnologia e da ciência, a usarem modelos de educação do século XVI? Autoritarismo é uma face. Tradição e hábito outra. A falta de informação sobre o desenvolvimento infantil e sobre a inteligência social e a inteligência emocional, também contam. Repetição de padrões aprendidos com pais e mães, sem um questionamento atual de maior profundidade também. Além disso, falta de autoconhecimento, de imaginação e baixa auto-estima.
A lista de motivos é extensa, bem maior que esta acima. 

Agora, quando um adulto bate em uma criança, independentemente dos motivos que tenha, há sempre raiva e irritabilidade por detrás de seu ato. O discurso pode até ser: "fiz isso para a criança aprender", mas, na realidade, o que muitas vezes existe é: "eu não aguento mais essa criança" ou "eu não sei o que fazer para ela me obedecer" ou "ela vai me obedecer por bem ou por mal".
De toda forma, onde há pancadaria ou tapas não existe diálogo, há carência de paciência, conhecimento e tolerância, e falta, sem sombra de dúvida, o exercício de uma autoridade verdadeira. A palmada surte seu efeito, sim, e imediato: raiva, medo, insegurança, baixa autoestima, tristeza, vergonha, agressividade, depressão. 
Ao apanhar, a criança pode até parar de fazer o que incomodava o adulto, mas os efeitos são sempre devastadores.

Educar dá trabalho. Requer amor e paciência, tolerância, disciplina, perseverança e pulso. Tudo envolvido em respeito àquele que ainda é frágil e dependente.
Assim, oxalá, a criança sentindo-se mais feliz e amada, tenha a possibilidade de contribuir para que o mundo seja melhor para ela e para todos os que com ela convivem.

http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=12013


Pesquisa confirma que palmadas não trazem resultados positivos na educação das crianças:
http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/t/edicoes/v/pesquisa-confirma-que-palmadas-nao-trazem-resultados-positivos-na-educacao-das-criancas/1907643/



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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Viver ou Juntar Dinheiro?



Max Gehringer

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:
" Prezado Max meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam que se devia escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora me dizem que tenho de escutar os jovens porque são mais inteligentes.
Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.
E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário. Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das
viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis, como bombons, flores, cartões de
aniversários, presentes de aniversário, etc.
Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto viajar, comer pizzas e cafés não fazem bem na minha idade e roupas hoje não vão melhorar muito o meu visual.
E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida".
Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço"

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terça-feira, 30 de abril de 2013

Solidão familiar: a ausência da qualidade em muitos lares

Repasso texto super interessante que vale a pena refletir!

Quando falo neste assunto, gosto de iniciar com uma reflexão de nosso dia a dia dentro de casa, pensando: “Quantas vezes durante um único dia consigo realizar as refeições com meus filhos?”. “Quando realizo as refeições com meus filhos, consigo trocar ideias com eles ou as ideias acabam virando discussões?”.


Esta é uma reflexão que vem tomando conta de meus pensamentos há muito tempo. Ouço muitos pais alegarem que não importa a quantidade de tempo que tem para seus filhos e sim a qualidade. Que qualidade é essa que podemos ter com tantas preocupações, pressões do dia a dia, conflitos gerados pelo stress? Estamos vivendo um momento muito complicado em nossas vidas. Percebo que a questão tempo nem é tão importante assim para dedicar aos nossos filhos, mas sim a forma como estamos administrando este tempo.

Como somos pacientes para a dedicação deste tempo com tantas coisas a resolver? Esta preocupação me intriga muito, justamente porque o estresse do dia a dia está nos tirando a oportunidade de vivenciar experiências junto aos nossos filhos, nos impossibilitando de ajudá-los a adquirir valores básicos através de exemplos de vida, do próprio dia a dia.

Sabemos que os valores são construídos através de exemplos de atitudes, então reflito:
- Que exemplos damos aos nossos jovens filhos?
- Será que eles têm a noção de família que tivemos?
- Que futuro, construiremos para eles, se sempre estamos ocupados e sem paciência para ouvi-los ou prestar atenção de como estão, com quem andam ou o que pensam?

Nossos jovens hoje não têm crença ou religião, são muito imediatistas e estão acostumados a receber tudo pronto e na hora. 

Nos deparamos com jovens sem poder de criação, sem espírito crítico, desestimulados e sem vontades. 

Precisamos rever nossa postura enquanto pais, educadores e formadores de opiniões, deixar que nossos jovens vivenciem, experimentem a vida com tudo que ela oferece. Claro que sempre orientando, apoiando-os, mostrando o que é certo ou errado. 

Para isso, é necessário curarmos a doença da solidão familiar. Solidão não é sinônimo de ficar sozinho, pois podemos ficar juntos estando só. A cura da solidão familiar está no “estar presente” de maneira integral e não temporal;  

A cura está no prazer de “estar junto”; de trocar informações, sentimentos, emoções, sejam eles positivos ou negativos. É isso que nos faz sentir-se importante e crescer com uma estrutura emocional segura, forte e sem medo de enfrentar situações surpresa ou inesperadas, nos tornando adultos preparados para viver e encarar ar a vida de forma preciosa e feliz.

* Alessandro Vianna é psicólogo clínico e sente um enorme prazer em estudar e entender o comportamento humano. Trechos do texto. Clique neste link para conhecer o texto na integra.
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Virada do ano: você tem superstição?

Se bem não faz, mal é que não faz mesmo, então porque não dar uma ajudinha à sorte?
Colocar folha de louro na carteira, ou mesmo chupar 7 gomos de romã na noite de réveillon e guardá-las embrulhada na carteira para não faltar dinheiro, ou quem sabe, comer uvas à meia noite.

Vale também comer na ceia lentilha (que cresce) e carne de porco (já que ele fuça para frente). Pode-se colocar roupa intima nova para dar sorte no amor. Um banho sal grosso dissolvido na água e espalhado pela casa pode limpar as energias.

Mas não podemos negar que tem umas superstições, que chegam ser muito engraçadas.
Se quer viajar no próximo ano novo pegue uma mala vazia e dê uma volta dentro de casa ou passe a meia noite em cima de um banquinho e desça com o pé direito.

Com ou sem simpatias, desejo um FELIZ 2013 à todos(as) amigos(as) que acompanharam o blog ao longo do ano.


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sábado, 29 de dezembro de 2012

Para ser feliz: faxina da alma também!

Faxina da Alma


Não importa onde você parou,  em que momento da vida você cansou.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as   esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo.
Sofreu muito  nesse  período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
 Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Sentiu-se só por diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos.
Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.
Pois é… agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, de
encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo 
de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa. Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando… Ta  se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”.

Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu  para “chegar”  perto de você. Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado,  até a boca fica amarga. Recomeçar… Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor. Queira coisas boas para a vida. Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos.
Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos. Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor  vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da faxina mental.
 Jogue fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes. Fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.
Jogue  tudo fora, mas principalmente esvazie seu coração. Fique pronto para a vida, para um novo amor.
 Lembre-se, somos apaixonáveis, somos sempre capazes  de amar 
muitas e muitas vezes, afinal de contas, nós somos o “Amor”.

Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.
   Carlos Drummond de Andrade



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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Controle seu tempo e diminua o estresse



Faça diariamente uma lista de tarefa a serem realizadas;
Comece pelas tarefas mais difíceis;
Execute as tarefas por ordem de prioridade;
Transfira as tarefas não realizadas para a lista do dia seguinte;
Encare os trabalhos desagradáveis como um desafio;
Recompense a si mesma pelas tarefas cumpridas;
Não adie as tarefas;
Anote tudo que estiver interferindo em seu trabalho e, tente evitar essas interferências.

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Humanize sua relação com seu filho(a)

Um livro que eu super recomendo à todos os pais para educar seus filhos é: Pais Brilhantes Professores Fascinantes de Augusto Cury


Publicaremos aqui alguns posts sobres questões importantes do livro que vale a pena compartilhar.
Nesse primeiro post falaremos sobre a importância de humanizar a relação familiar.

Educar a emoção cria vínculos profundos e sólidos.
Conte ao seu filho(a) sobre suas dificuldades do passado, dos dias tristes de sua vida. Fale sobre seus sonhos, aventuras, momentos alegres e engraçados. Isso fortalecerá mais e mais o vínculo de pais e filhos.
"Educar é penetrar um no mundo do outro." - Augusto Cury

Deixem que seus filhos(as) participem da sua vida.

Exercício:
Chame um dos seus filhos sozinho e faça programas diferente com ele, diga-o o quanto ele é importante para você. Procure saber como está a vida dele e pergunte sobre isso.

Humanize sua relação familiar


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sábado, 19 de maio de 2012

Ensinar a Ser Feliz.

Virtudes também se ensinam aos nossos filhos. As crianças precisam aprender a lhe dar com as questões emocionais de forma saudável. A concepção de educar os sentimentos é tão importante quanto aprender a escrever, a fazer contas de matemática ou aprender história do Brasil. Não só em casa como na escola, as virtudes podem e, devem ser ensinadas e aprendidas.

Hoje falaremos sobre Ensinar a Ser Feliz.

O verdadeiro sentido da educação com amor, não deveria ser o acalento de um sonho de apenas desejar felicidade, mas de poder esmiuçar as pequeninas coisas que estruturam e, serenamente e a cada dia, construir o objetivo de saber buscá-la. Felicidade não é estado perene que se alcança para toda a vida ou bem estar que se compra, mas passos miúdos que se dá a cada dia e em cada coisa que se busca encontrar.

Ajudar uma criança a ser feliz é leva-la a descobrir que podemos conviver com as emoções (boas e ruins).
Constitui uma ilusão supor que a criança nasce sabendo que a falsa felicidade do imediatismo é real.

Deve-se mostrar a criança sempre que houver oportunidade que mais importante que fazer o que se gosta é descobrir o gostoso no que se faz.
Ajudá-la a distinguir a felicidade do prazer, fazendo-a descobrir que o prazer é restrito e esgotável, enquanto a felicidade é "estado", e não uma "coisa".
Fazê-la descobrir que:
- a felicidade não existe sozinha e que sempre precisamos dos outros para sentirmos realmente felizes;
- o valor da moderação moderando suas emoções, suas frustrações, e não acreditamos nos modelos de felicidade que a televisão exibe toda hora e,
- descobrir a importância do que é essencial  do que é descartável, e que ninguém é feliz comprando tudo o que quiser, gastando tudo que se pode.



O texto acima foi extraído do livro A Linguagem do Afeto - Como ensinar virtudes e transmitir valores de Celso Antunes. Um livro excelente que eu recomendo.

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domingo, 29 de abril de 2012

Como educar para honestidade

Os fundamentos morais precisam ser ensinados desde cedo.

Inúmeros momentos do dia-a-dia são oportunidades de passar às crianças a importância de manter uma postura ética. As brincadeiras e os jogos são bons exemplos disso.

Às vezes, a criança não sabe que agiu de forma desonesta. Nesse, caso, na primeira vez que ela cometer o erro, o melhor é apenas orientá-la e explicar porque seu comportamento é inadequado. Deixe para aplicar o castigo apenas se ela repetir a travessura.

Falar a verdade é um hábito que é aprendido em casa. É na família que se constroem as primeiras relações de confiança.

Os exemplos dos pais são fundamentais na formação moral das crianças.

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sexta-feira, 30 de março de 2012

Crise de pirraça? O que fazer?

A pirraça é uma forma que a criança usa para manipular os pais para conseguirem o que querem. Quando se diz não a criança, ela não aceita, fica contrariada e,  a reação pode vir em forma de pirraça, para chamar a atenção.

A partir de 2 anos de idade a criança já é capaz de distinguir o certo e o errado, mas ainda não tem maturidade  para saber se controlar, aí é que entram os pais para fazê-las entender quais são seus limites. Isso ajudará a construir a maturidade emocional da criança.

O conselho de especialistas, numa crise de pirraça (que às vezes é em público) deve segurá-la, abraçando-a por trás, interrompendo o ataque e, no ouvido da criança faça o som de 'shhh' e peça calma. Não grite! Mostre que você está no controle da situação, mantenha a calma!

Não se deve acatar a pirraça como um comportamento natural no desenvolvimento da criança, e nem ceder ao que a criança quer, as suas vontades, porque está fazendo pirraça.

Ao diminuir a crise de pirraça, e seu filho se acalmar, fique na altura dele e, fale o firmemente, faça cara feia mostrando que você está triste. É preciso deixar claro que esse comportamento é inaceitável. Lembrando que, você deve reprovar o comportamento da criança e não a criança, nunca diga que ela é má ou feia.

Não se deve bater, isso reforça o comportamento de agressividade.

Crianças que não tem limites, em alguns casos, são assim porque não se sentem amadas e isso às fazem, constantemente, chamar atenção dos pais, e a pirraça é um dos artifícios usados por elas.

Ao querer dar limites, é preciso que os pais dediquem mais atenção e mais afeto aos seus filhos, isso é fundamental para uma boa educação.


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terça-feira, 27 de março de 2012

6 Dicas para você realizar suas pendências



1. Faça sua lista de tarefas - que devem ser realizadas;

2. Defina e visualize o resultado – uma visão clara do que se vai alcançar é um importante fator motivador.

3. Defina o que significa começar – identifique claramente qual deve ser a sua próxima ação com relação ao objetivo pretendido.

4. Verifique as dependências – Se você não tem todas as informações ou recursos necessários para realizar a sua próxima ação, então ela não é exatamente a sua próxima ação, e deve ser reformulada.

5. Analise prioridades e demandas – Revisar sua lista de pendências é importante. Esta tarefa ainda é necessária? Precisa ser feita neste momento? Se sim, pode ser delegada a mais alguém?

6. Marque um horário – Se necessário, deixe de tratar a sua próxima ação como uma pendência, e passe a tratá-la como um compromisso agendado. E não fuja deste compromisso, quando a hora marcada chegar!

Fonte www.efetividade.net

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quinta-feira, 22 de março de 2012

Benefícios da organização

Veja porque ser uma pessoa organizada é importante.
Uma das tarefas mais complicadas para muitas pessoas é manter-se organizadopois com a grande quantidade de coisas que as pessoas têm para fazer hoje em diaé cada vez mais difícil encontrar tempo para deixar cada coisa em seu lugarMasessa não precisa ser uma meta inatingíveldeixaras coisas em ordem pode ser fácil e até mesmo divertido com a ajuda de um organizador.
Por que devo manter minhas coisas organizadas?
Com as rotinas cada vez mais atarefadas que as pessoas vivem nos dias de hojemanter-se organizado é essencial para conseguir dar conta de tudo o que se temfazer sem atrasos e otimizando o tempo. Para se tornar uma pessoa organizada o primeiro passo é organizar nossa casa e nosso ambiente de trabalhoisso é muito importante porque muitas vezes a organização pode ser um grande diferencial para aumentar a produtividade e a eficiência nos afazeres profissionais e pessoais, o que pode até ser um fator determinante na diminuição do estresse diário.
Uma pesquisa americana concluiu que a bagunça física gera bagunça mental, ou sejaquanto mais organizado o ambiente ao seu redormais chance você tem de ser mais produtivo.
Outra conclusão da pesquisa diz que pessoas organizadas são promovidas com mais frequência do que aquelas que vivem no meio da bagunça.

Qual a melhor forma de me organizar
Alguns especialistas em organização acreditam que cada pessoa deve desenvolver um método próprio para se manter organizadaafinal cada um tem seu método pessoal para realizar tarefas, e a utilização de uma fórmula padrão pode não funcionar para a maioria das pessoas.
Algumas dicas de organização porémcostumam ser bastantes úteis para ajudar no desenvolvimento desse métodoPor exemploé essencial definir um critério para a organização de cada coisaou sejadefinir se elas serão separadas por funçãoou por freqüência de usoou porque as utilizaenfim, o critério que melhor se adequar a situação.
Além dissoalguns procedimentos como rotulação e identificação também costumam ajudar muito na organizaçãoprincipalmente de papeis ou caixas.
fontewww.organizesuavida.com.br. 

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